Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Referendum...uma ajudinha ao Não...


publicado por pitecos às 19:21
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17 comentários:
De Anónimo a 9 de Janeiro de 2007 às 20:48
Será que Ele vê alguma coisa? Francamente, duvido!


De Anónimo a 9 de Janeiro de 2007 às 22:14
É de lamentar a posição da igreja católica nesta questão do referendo e também em outras questões e como diz o outro será que ELE vê tudo, se visse...


De Anónimo a 9 de Janeiro de 2007 às 22:41
É de lamentar a posição da igreja??!! Não, muito melhor: é de lamentar que a igreja tome posição!! Com todo o respeito, penso que este é um assunto ao qual a igreja deveria ficar indiferente...pão pão, queijo queijo, certo? A igreja só se está a ridicularizar a ela própria (mais ainda)...!


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2007 às 02:27
Não concordo com a posição da igreja contudo, reconheço que ela tem direito a ter uma posição. Todas as instituições e pessoas individuais ou colectivas podem, se assim entenderem, ter uma posiçáo, ter algo a dizer acerca de determinado assunto ou problema, seja ele qual for. Concordemos ou não é sem duvida esta a posição de igreja.


De Nuno Carrasqueira a 13 de Janeiro de 2007 às 01:40
Isto de comentar anónimo é só coragem...


De Anónimo a 13 de Janeiro de 2007 às 04:16
desculpe-me a ignoracia mas, você também nao publicou anónimo? Afinal quem é o "munito bpl"? Como e onde o poderei contactar? Onde poderei olhá-lo olhos nos olhos? Para lhe ser simpático e como muito prazer o faço, dir-lhe-ei que o meu nick ( a minha assinatura é a seguinte):anokas del carmo. Realmente um nick diferente do seu. É uma questao de gostos. Também por outro lado , ha interesse em se ser um pouco imaginativo. Quanto aos elementos que dá, a propósito da sua identidade acredite, que o considero fenomenal. Parabéns


De Nuno Carrasqueira a 14 de Janeiro de 2007 às 12:06
Pelo menos pode ver as minhas opiniões e argumentos nos meus blogs. E além disso pode facilmente reconhecer a minha actividade na blogosfera.


De Nuno Carrasqueira a 13 de Janeiro de 2007 às 01:39
Não sou religioso nem costumo concordar com a igreja, mas vejo-me obrigado a concordar neste caso. Haja bom senso. Todos pela VIDA. Todos pelo NÃO.


De Anónimo a 13 de Janeiro de 2007 às 04:05
Basta de abortos clandestinos feitos em vãos de escadas. Basta


De vania a 15 de Janeiro de 2007 às 13:42
Na minha opinião eu também acho que a igreja já errou muito ao longo da sua história e continua a fazê-lo não olhando para a realidade actual, e vivendo sempre de valores retrogadas, não querendo dar o braço a torcer e admitir que os tempos mudaram e a igreja precisa de se adaptar também!



De André a 19 de Janeiro de 2007 às 00:40
Independentemente da igreja ter errado ou não no passado, gostaria de saber porque é que considera o direito à vida (direito defendido pela igreja, neste caso) um direito cujo valor é retrógrado? E gostaria também de lhe perguntar que direito alguém tem para terminar uma vida? Ou ousa afirmar que não se trata de uma "vida" ou, então menos tão válida que a nossa? E mesmo que invoque o problema da definição da vida, não entendo como é que é possível estabelecer que até às 10 semanas é uma vida menos válida do que um dia após essas 10 semanas. Não compreendo qual é a grande diferença naquelas 24 horas que torna um embrião em alguém com direitos, ou um embrião num desperdício biológico... quem conseguir realmente provar-me que aquelas 24 horas fazem diferença faça o obséquio de me explicar. Mas para concluir... ainda hoje visitei o sítio "jovens pelo sim" e quando cliquei no "manifesto" li apenas as primeiras linhas, porque estava com alguma pressa, mas ficou-me na memória o argumento lá expresso... fazia referência à legislação sobre esta temática nos restantes países da UE. E como é sabido, temos uma legislação muito "má"... pois eu gostava de saber se o argumento pretende justificar uma alteração na legislação porque os outros países o fizeram, ou porque é o que deveria ser feito (ainda que os outros países - considerados mais avançados do que o nosso - não o fizessem). Ouso dizer que existe uma mentalidade pró-Europa pouco saudável. Não que o que a Europa tem seja mau, pelo contrário! Mas não deveríamos aceitar as coisas cegamente. Não deveríamos fazer nada porque a Europa faz, mas sim porque a Europa faz e bem! Agora quando a Europa não faz bem... A verdadeira hipocrisia será talvez a Europa ser contra a pena de morte quando é na generalidade pró aborto. E não me venham com questões de nomenclatura ou meramente académicas, as palavras pouco importam, o que importa é o significado delas... o aborto traduz se na morte de um ser vivo. E digo isto porque se esse ser fosse alguém até tinha pena dos apoiantes do "sim"... a pena de morte também se traduz numa morte, não é? Mas pelo menos o "infeliz" que não foi sentenciado a prisão perpétua, teve alguma espécie de defesa, na maioria dos casos... agora aquele ser vivo, desperdício biológico, não pode defender-se, porque havia de o fazer? Ele nem sequer existe!...

Numa base moral, o aborto é indefensável, salvo quando há risco para a mãe ou ocorre mal-formação do feto. Ainda não me convenceram de que o aborto é algo aceitável e lamento que os valores da vida estejam tão desvalorizados nos dias de hoje... Tenho dito.


De ana a 26 de Janeiro de 2007 às 16:07
E que valor têm as vidas das crianças que morrem de fome, que são mal tratas , espancadas, abusadas?
Nao seria melhor terem sido lixo biológico?
Sim, porque depois de ca estarem quem é que faz alguma coisa por elas? Nao me venham com falsos moralismos, é claro que todos têm direito á vida, mas nao será a uma vida digna?


De André a 26 de Janeiro de 2007 às 21:35
Essas vidas tem todo o valor, mas julgo que esse é outro problema. Creio que a questão que levanta se trata do facto da sociedade não intervir quando devia, para evitar a fome, os maus tratos, etc. etc. Ora enquanto a morte não tem remédio, esses males que referiu têm remédio, mas a sociedade falha e isso é que deve ser corrigido, ao invés de se negar uma oportunidade àquelas vidas. Mas, se assim fosse, como diz, também não faria sentido nenhum de nós nascer, pois, em última análise, a vida traz-nos sempre coisas menos boas, muito más até, e às vezes as pessoas são submetidas a verdadeiras crueldades, apesar de seguirem as suas vidas com normalidade. Todos temos direito a uma vida digna, mas se não nascermos, nunca teremos sequer a hipótese de lutar por uma que seja digna. Digo isto porque não existem apenas casos mal sucedidos (fome, maus tratos... etc.), existem também muitos mais casos bem sucedidos e não seria justo sacrificar todos os eventuais casos bem sucedidos à custa dos mal sucedidos.

Agora não sei se alguém já reparou no ponto fundamental desta problemática. O aborto por causa de violação já é permitido na lei. O aborto por causa de graves problemas psicológicos já é permitido na lei. O aborto por causa do risco de saúde quer para a mãe quer para o bebé já é permitido na lei. Etc. etc. O que é que vai haver de novo então? A pura e simples liberalização do aborto (até às 10 semanas) - Despenalização da IVG por vontade da mulher... Ora acho que algumas pessoas sentiriam uma forte indignação com a possibilidade de se fazerem 17 abortos, com a maior das naturalidades! Pois o "sim" permitirá que qualquer mulher que tenha a brilhante ideia de abortar antes das 10 semanas porque, na pior das hipóteses simplesmente sera apenas pk lhe apetece, possa fazê-lo sem qualquer sanção. Mas a partidirização só tem ajudado a mascarar esta consequencia da vitoria do "sim" e parece-me que as pessoas não estão alerta para esse facto, não perceberam totalmente que essa vai ser a tradução no dia-a-dia de uma eventual vitória do "sim".

Para finalizar: segundo uma sondagem, a maioria das mulheres não abortaria (levaria a gravidez até ao fim) se tivesse ajuda para seguir em frente com a gravidez. O Estado deve é ajudar essas mulheres, ao invés de sustentar abortos.


De F.Carneiro a 2 de Fevereiro de 2007 às 19:41
Também terá visto ow horrores da "santa inquisição" ?


De sacolas personalizadas a 15 de Dezembro de 2009 às 18:54
Não precisamos matutar tanto
a Igreja tem o direito ter sim uma opinião
mas nem por isso precisamos concordar ou discordar
o pensamento individual ou em conjunto sempre dividirá opiniões diferentes.


De notebook acer a 15 de Dezembro de 2009 às 18:56
sejamos convcto que se ele lá de cima estás realmente a ver tudo, então podemos ficar tranquilos pois tudo terá seu devido lugar depois!


De manutenção de aeronaves a 15 de Dezembro de 2009 às 18:57
quanto desespero.
Viva Bento! Viva a vida! E principalmente, Viva a sua vida!


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