Sábado, 12 de Março de 2011

De opolidor a 12 de Março de 2011 às 13:49
muito bom...
De Acético a 12 de Março de 2011 às 15:35
Pois, agora já entendo a "rasquice" do pessoal à rasca.
É que eles só conseguiram aprender a primeira letra do alfabeto: a!, o que é pouco.
Se conseguissem aprender linguística, literários, física, química, matemática e biologia... pelo menos, não se cansavam tanto dado que os conhecimentos atrás indicados serviriam muito bem para uma revoluçãozita!
Aquilo é que era vê-los fugir do semicírculo celestial da abundância vergonhosa! Enquanto os outros, pobres de espírito e carregados de mazelas, lambem as chagas purulentas da miséria obrigatória imposta.
De
csd a 12 de Março de 2011 às 18:07
não me parece, caro Acético. Nesta geração à rasca, estão todos no mesmo barco, cultos e incultos. Sei do que falo.
os incultos - leia-se, pessoas com menos que o 9º aaaaano de escolaridade são aa maioria e muitos deles extremamente difíceis de reintegrar no mercado de trabalho.
Mas licenciados também há uma percentagem significativa, embora não sejam a maioria.
O grande problema é que todo e qualquer posto de trabalho em que se exija mais do que o 12º ano está a ser pago ao nível do salário mínimo, mesmo que implique falar, ler e escrever, fluente e correctamente, não só em português, mas também em espanhol, inglês, italiano, francês e, por vezes até em alemão.
Basta consultar o site de emprego do iefp na região de Famalicão, Braga, Barcelos e Guimarães e poderá confirmar o que estou a dizer.
É tudo.
De Acético a 12 de Março de 2011 às 19:32
Cara csd: a pimenta inicial foi uma chocarrice brincalhona originada nas sete "@" que o Zédalmeida pintou no post. Do segundo e terceiro parágrafos subentendam-se algumas das minhas intenções...
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