Domingo, 20 de Março de 2011

De Acético a 21 de Março de 2011 às 16:15
Há-de chegar o dia da remissão dos pecados -(e das viortudes?)- enchouriçados em tripa de porco.
Nesse dia, todos os anjinhos do firmamento que sobrevoam as nossas pobres cabeças louvarão o filho de Guerra Junqueiro pelos grandes homens que arranjou, para governarem este rincão que ferve de entusiasmo patriótico pelas benesses recebidas dos seus governantes.
Que os nossos PEC-ADOS nos sejam perdoados.
Temos de rezar 4 terços, que remédio!...
De carlos silva a 26 de Março de 2011 às 11:45
A esquerda deste país e do mundo está a viver uma crise ainda mais profunda que a do capitalismo.
Estes vão enriquecendo cada vez mais à custa de mudanças de estratégia, que levam, por exemplo, os labregos deste país a acreditarem numa crise e a acharem que o sócrates foi o responsável por ela.
O sócrates caiu. E agora? Acabou-se a crise!
O tio Jerónimo anda por aí a apanhar bonés, continuando a recitar uns quantos princípios marxistas, esquecendo que o mundo evoluiu e, nem sempre no melhor sentido; que o socialismo sofreu uma derrota estrondosa com o fim da URSS; e que os imperialistas, continuam a encher os bolsos e a beberem, indiferentes às marcas, até rebentarem.
Do tio sam, esperava que o obama conseguisse dar a volta à máquina de guerra que tudo domina e controla. Não quis, ou não foi capaz. Os mal encarados voltaram aos dias de glória, preenchendo os noticiários, debitando as suas alarvidades guerreiras, como se fossem presentes celestiais.
Do lado do tio jerónimo esperava também mais. É que o povo da Líbia não é muito diferente dos outros povos. É uma massa que se movimenta de acordo com as influências mais fortes.
Aliás, não compreendo qual a razão por que o tio jeronimo, se tornou protagonista recente da mais estranha aliança com a direita salazarista, para encravar ainda mais, um país que está nas mãos dos autores das crises. Quem são, que representam, de onde surgiram essas organizações, desconhecidas até ao aparecimento da crise - moody's, fichts e outros adeptos dos desígnios mais retrógrados e porcos.
A única vez que ouvi a esquerda a falar no assunto, foram os berloquistas que entendiam que se devia criar coisa semelhante na europa.
Pergunto: primeiramente, não haveria que desmascarar essas misteriosas entidades, que se entretêm a jogar e a brincar com a vida das pessoas e dos países?
Já haveria aí matéria, mais que suficiente, para ter evitado essa santa aliança com a podre e mal cheirosa direita salazarista.
Na devida altura, na Líbia como em Portugal, o povo estará a eleger os representantes daqueles que, todos os dias, lhes vão ao pito.
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