Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011

De Acético a 19 de Setembro de 2011 às 18:21
Parece-me que a brasa do Preesidente já tem pouco "pitrol" para resolver estas questões...
Será que adormeceu à sombra da bananeira?!
De carlos silva a 22 de Setembro de 2011 às 10:31
Sua santidade o presidente da república dos bananas, sr. silva (vénia), nunca tem dúvidas e raramente se engana.
Por isso está nos açores nas vésperas das eleições da madeira.
Difícil de entender? Para mim, não!
É que os açores têm buracos muito maiores que a madeira. São as crateras vulcânicas, que os portugueses se esquecem de comparar.
Dada a importância desses buracos para o turismo, o ti alberto ladrão jardim, resolveu escavar também umas craterazitas na madeira. Coisa menor e de origem aldrabânica. Mas tudo a bem da nação.
E sua santidade, o sr. silva, foi aos açores para dar cu...cu....cuesão ao todo nacional.
E ao mesmo tempo aproveitou para dar aquele salto qualitativo para a ultrapassagem da crise, com a cultura das anonas e das vacas risonhas. É golpe de mestre.
Bem se esforçou o sócrates em destruir o sistema informático e colocar microfones em todos os recantos do convento de belém. Sua santidade o sr. silva está sempre mais além e imune a esses atentados à sua democracia.
E quem sabe, se com a ajuda da princesa do reino, a paulinha entre portas e janelas, não irá construir uma ponte entre os dois arquipélagos, para circulação de um comboio de alta prestação?
Bem, o comentário já se está a desviar do essencial.
Dizia em cima que, sua santidade o sr. silva está sempre mais além. É que sua santidade não é um buraco vulcânico. Nem, totalmente, um buraco aldrabânico. É essencialmente um buraco negro, que gostaria, acima de tudo, ficar na história como o salazar II. Se os portugueses nem esse direito lhe derem, este buraco a que atribuiram o nome de sr. silva, fechar-se-à sobre ele próprio, arrastando tudo o que mexe á sua volta e desparecendo sem deixar rasto.
Então portugal poderá de novo sentir-se um país livre e respirar.
Espera lá! Já estou a falar de asfixia? Não! Isso era no tempo do conspirador das escutas e do estatuto dos açores.
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