Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011

De maceta a 19 de Outubro de 2011 às 21:28
mordaz... e atento.
De carlos silva a 21 de Outubro de 2011 às 20:57
Vivemos num reino, abençoado por deus e bonito por natureza. Que me seja perdoado o plágio.
Temos um presidente beato e a caminho da santificação pelo sebento xvi. Há quanto tempo não fazia uma referência a este sinistro personagem.
Temos uma corja de salazaristas e fascistas, mentirosos e ladrões, instalados nos cadeirões do poder.
A princesa do reino, paulinha da porta fechada, a vender o charme discreto da burguesia, por esse mundo fora. E o seu próprio charme, misto de carne e peixe.
O bobo, alberto ladrão jardim, que fornecerá as bananas a sua santidade, para este oferecer ao deus.
O meio castrati, paulinho besunta rangel, para mandar sábios palpites pelo nariz.
A velha bruxa manuela salazareite, agora chanceler da ordem das inutilidades, que em boa hora sua santidade, o sr. silva lhe outorgou. É uma assombração que dá patine e prestígio ao ambiente da corte.
Os miguéis, encarnações absolutistas do espírito mais requintado da família salazarista.
O miguel morcego, com aquele ar de vampiro sequioso, sempre pronto a chupar-nos mais uma pinga de sangue.
O miguel melgas, com a sua vocação para sacristão, ou em alternativa para boneco do contra informação.
O miguel frascalho, tão mal encavado, que só apetece mandá-lo, pró fundo do rio.
E outros miguéis e não miguéis, em número quase infinito e de difícil contabilização, lá se vão aconchegando no borralho reconfortante do poder.
Resta o rei-menino, trapassos de coelho e o seu ajudante de campo, o pequeno ministro gasparinho, que fingem dirigir toda esta orquestra que procura mostrar uma afinação impossível.
Se não souberem nadar, têm os submarinos da princesa, acostados na base do alfeite, prontos para os levarem para bem longe. Hoje já é bastante tarde!
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