Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

De Acético a 18 de Fevereiro de 2012 às 17:11
Seguro ou não seguro nos passos que dá, tem de arranjar uns bons pares de botas cardadas e experimentá-las no rabo dos nossos extremosos governantes, flores de maravilhosa e diabólica sapiência. Sim, diabólica, porque outro estado de coisas jamais voltaremos a lobrigar.
Até à eternidade (enquanto vivos...).
De maceta a 20 de Fevereiro de 2012 às 23:34
seca? estou farto deles...
De carlos silva a 22 de Fevereiro de 2012 às 12:46
O tozé inseguro, não consegue acompanhar a pedalada da salazarada degenerada, bolorenta e mal cheirosa.
A seca em que vivemos é, basicamente, por sermos chupados diariamente pela corja de melgas, morcegos e outras espécies sugadoras, que pululam nos corredores da governança.
Quanto à outra, a da falta de chuva, essa está em resolução.
A ministra, dona assumpção christas, todas as noites antes de ir para a caminha fazer ó ó, faz as suas rezas a pedir a todos os santinhos que façam chover.
A padralhada viscosa apoia-a e abre caminho para o envio direto das suas preces aos deuses.
E há um elemento fundamental neste processo, mas pouco falado nos meios de comunicação social. Trata-se da princesa paulinha. Discretamente, e a partir da sua estância de ski em aspen no colorado, tem reunido com vários feiticeiros das tribos índias que conseguiram sobreviver ao massacre dos colonizadores anglo saxónicos.
Diz-se que, e não há confirmação oficial, a troco do fornecimento de carradas de pastéis de nata e frango no churrasco, eles virão a portugal fazer a dança da chuva, salvando assim o país da ruína. Tal como os colonizadores, a princesa paulinha mata dois coelhos duma cajadada. Por um lado traz a chuva, por outro incrementa as exportações do pastel de nata.
E são estes os heróicos portugueses, que através de muita ginástica ou dum complexo jogo de espelhos, olham para o olho do cú, julgando estarem a contemplar a saída da crise.
É muito complicado viver com fascistas a governarem a democracia.
Comentar post